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terça-feira, 19 de agosto de 2014
HOMENAGEM PELOS 36 ANOS DO SEU SETE ENCRUZILHADAS (História verídica- Depoimento)
SEU 7, O ANJO GUARDIÃO
Josimar Fracassi
Uma existência física, uma passagem terrena é constituída por vários episódios, fatos e acontecimentos, portanto seria impossível narrar uma “vida” em apenas um texto, mas faço dessas linhas um ensaio do que seriam uma pré autobiografia contada por episódios pequenos mas que se juntados com certeza contariam uma história que sem duvidas daria um livro, não um livro qualquer, mas a história da minha vida; Conto neste texto a importância que teve em minha vida “Um Espírito iluminada chamado João Fernando, popularmente conhecido por Seu Sete Encruzilhadas”, Guardião do Terreiro da Capadócia.
Para começar é preciso desvestir a próprio monge, falo de um sacerdote espiritualista bem sucedido na época mas que por ingenuidade ou inexperiência se deixou levar por pessoas “não bem intencionadas” que geralmente se instalam nos terreiros Afro Umbandistas com a intenção de tirar proveito próprio abusando da boa vontade das pessoas que ali exercitam a sua função de promover o bem; Na época (1998) levados pelo Status da casa não faltavam bajuladores, os mesmos que desapareceram logo após os primeiros sintomas da falta de saúde física de seu Diretor Espiritual... A casa foi boa para aqueles que enquanto puderam tiraram proveito ali permaneceram, mas ao primeiro sinal de problemas partiram para se instalarem em outros terreiros continuando sua peregrinação atrás de outras pessoas ingênuas que pudessem satisfazer os seus desejos e intenções, onde pudessem continuar tirando proveito
Sou obrigado a esclarecer que a maioria das pessoas que freqüentam os terreiros espiritualistas são pessoas boas motivadas pela pratica de exercitarem o bem ao próximo mas infelizmente uma minoria acaba por contaminar o trabalho dos bem intencionados.
Tudo não teria acontecido se eu tivesse escutado as palavras do Exu Seu Sete Encruzilhadas, entidade que me protege á muitos anos, pois, só de assentamento já se foram mais de 36 anos.
Era uma casa de excelente nível social no bairro Ipanema, frequentado por pessoas de todos os níveis sociais, das pessoas mais simples a empressários, de atletas a times de futebol...
Sempre dirigida na linha Exubandeira pelo Exu Seu Sete que sempre avisou sobre a falsidade daquelas pessoas que ali estavam tirando proveito e que eu por inexperiência não havia percebido,( não generalizando porque no meio dessas pessoas existem pessoas de excelente caráter), mas eu e ele( Seu 7 ) sempre pensamos de maneira diferente, enfim... Deu no que deu! Ele avisou, eu não escutei e tudo aconteceu...
Ele foi o primeiro a avisar sobre a minha doença, eu não liguei, estava vivendo um excelente momento... a vida era: trabalho, restaurantes, pizzarias, bares, boates etc... Sempre acompanhado por muitas pessoas, claro que era eu quem pagava a conta,pois naquela época o dinheiro era farto; Mais, as pessoas importantes que convinha me bajular como Técnicos e atletas de nome; Inexperiência aliados com vislumbramento ( O sucesso havia subido a cabeça), mais pessoas aproveitadoras...Pronto, estava armado o inicio de um grande problema de saúde que me atingia sorrateiramente , sem dor e sem se mostrar o que só aconteceu mais tarde.
Foi no ano de 2002, ás vésperas de uma festa no terreiro pelo aniversario do Seu 7 Encruzilhadas que adoeci, não havia mais duvidas a minha imprudência agora estava estampada; Eu estava Doente!
Conhecidos desapareceram, amigos? sumiram e parentes discretamente se afastaram fingindo não serem preconceituosos; Aí a dor fica mais forte vem acompanhada pela dor do abandono e com a sensação de estar parecido com um Asno, sim um Asno! Pois foi como me senti, como fui idiota em proporcionar tantas vantagens a essa gente interesseira que agora corre para longe em busca de um novo Otário.
Os médicos deram pouco tempo de vida (+ou – um ano), mas o Seu 7, como sempre contraditório disse que não; Enquanto ele colocasse os pés sobre a terra usando o meu corpo(incorporação), eu não correria o risco de vida... Isso já fazem 12 (doze) anos e eu continuo aqui, para a satisfação de alguns e para o desagrado de muitos outros... Eu continuo aqui!
O tempo foi passando e eu sempre com o meu “Compadre” do lado, perdi as contas de quantas vezes estive mal, mas nunca desisti, e meu compadre sempre me dando forças, tanto que se hoje narro esse texto, narro com as minhas forças restabelecidas, pois muitos me abandonaram, mas sempre pude contar com a Espiritualidade amiga que me acompanhou por todo esse tempo, quando não andava comigo de mãos dadas, me carregava nos braços; Muito me ajudou a conhecer e conviver com as pessoas que na sua maioria não são boas como passam a maioria das religiões ; Sou Espiritualista, adepto da “Fé Raciocinada” o que me coloca na condição de pensar, aceitar ou não o conteúdo dogmático oferecido pelas mais variadas crenças religiosas, e que me leva a crer que o homem foi realmente colocado sobre a terra para ser lapidado espiritualmente, pois a sua essência é realmente muito grosseira.
Aprendendo a conviver com pessoas de todos os tipos, pessoas de bom caráter, pessoas de caráter duvidoso, pessoas generosas, pessoas egoístas, pessoas que exalam bondade e Pessoas que exalam fluidos de maldade da sua essência, pessoas que perdem o seu tempo desejando o mal dos outros enquanto outras trabalham pelo bem do próximo, pessoas que juntas esperam pela colheita, pois a plantação é grande e a colheita é farta para todos; Sim inclusive a minha condição física, pois como já narrei foi tudo conseqüência da minha imprudência, mas tenho nestes anos todos enfrentado os problemas de saúde com fé, resignação e perseverança, sem jogar nas costas de terceiros a culpa pela minha condição física enquanto assisto através de gestos labiais como um sorriso disfarçado de pessoas mesquinhas e paupérrimas de espírito satisfazerem-se toda vez que um mal me aflige como se fosse uma vingançinha particular por causa de um desejo que não tive condições financeiras nem espirituais para lhes satisfazer. Infelizmente Deus me deu um Dom que eu não gostaria de ter: O de ler os pensamentos das pessoas acreditem os meus irmãos que é terrível, pois enxerga-se a verdadeira personalidade das pessoas... e tenham certeza que não é nada bonita.
O Seu Sete como sempre se mantém ao meu lado me avisando e me orientando, sempre que os lobos se vestem em pele de ovelha,e, eu sob a sua orientação geralmente sei das coisas com antecedência e sempre que possível me “faço de salame para passar bem” enquanto os inteligentes pensam que me enganam.
Como desgraça pouca é bobagem... á um ano atrás surgiu uma Micro bactéria que se alojou em meu organismo, quase me matando; Já estava desistindo de lutar pela vida, iria desistir do tratamento que é terrível de fazer e deixar as coisas acontecerem naturalmente, foi quando ele veio no meio da noite através de um sonho, ele estava vestido de preto, chapéu, bengala e capa longa vermelha e preta em meio a um cruzeiro todo iluminado e me disse que “se eu havia desistido dele ele não havia desistido de mim”... Acreditem meus irmãos a partir de então estou bem, me recuperando e se Deus quiser em breve estarei Reabrindo o Terreiro da Capadócia, pois alem das forças voltaram também o ânimo, o otimismo, a esperança e a vontade de trabalhar, pois não vejo a hora de voltar a tocar os tambores no terreiro da Capadócia.
Graças vos dou meu Compadre amigo que sob a permissão de Deus e do Cristo sempre esteve ao lado e queira o Grande Construtor do Universo possamos em breve retomar nossas atividades, levando a quem necessitar a assistência espiritual de toda a Equipe da Capadócia
A vida é um grande aprendizado e juntos continuamos aprendendo, pelo amor ou pela dor assim se faz a evolução moral e espiritual do homem sobre a crosta terrena, aprendendo a conviver com as diferenças e usando o pouco que se aprendeu para auxiliar o próximo... Assim se faz a diferença.
Meu agradecimento ao meu querido Compadre e amigo Seu Sete Encruzilhadas pela sua companhia por todos esses anos de luz e aprendizado espiritual.
Fraternidade Espiritualista Cristã Jorge da Capadócia
PAI JOSIMAR DA CAPADÓCIA
sexta-feira, 6 de junho de 2014
" REFLEXÃO "
Vamos aproveitar esses dias de Copa do Mundo, onde nem todos gostam para deixar um pensamento aos nossos queridos irmãos... nos encontramos novamente depois que " Tudo issi passar ".
Até lá !
Aprendi que devemos sempre agradecer por tudo que acontece em nossas vidas, nunca sabemos o que Deus tem pra nos dar, mas Ele conhece nossos corações, nossos medos e nossas necessidades. Senhor, te agradeço pela vida, uma nova vida que me destes e que nem sei se sou tão merecedor desta dádiva e por tanto que realizo dia-a-dia e às vezes nem noto tua doce bondade. Também te agradeço pelos momentos felizes e pelos tristes também, pois na tristeza agente procura mais tua presença... E entender que eu deveria ajudar mais, mesmo com aquele pouquinho que não ofertei quando meu irmão mais necessitava.
Que hoje o dia seja melhor que ontem e que as nossas realizações sejam como teu desejo e tuas decisões e nunca como a minha escolha nem minhas vaidades. Eu espero que tenha piedade das minhas atitudes que nem sempre são como deveriam ser e que em tuas mãos deixo o merecimento que eu tiver... Que a humildade nunca fuja dos corações e que o amor tenha a plenitude perfeita nos corações dos homens. Devemos ser gratos a Deus pelos pequenos detalhes. Nos detalhes descobrimos o valor de uma realidade. Olhar as miudezas da vida faz a diferença.
Senhor, agradeço por me mostrar que sou protegido, guiado e iluminado pela sua presença divina no mais íntimo do meu ser. Agradeço, Senhor, por me dar abrigo na tempestade, por endireitar o que esta torto, por criar saídas onde parece não haver escapatória. Agradeço por me perdoar quando eu não posso ou não quero perdoar a mim mesmo. Agradeço, Senhor, pela sua compaixão, pela sua graça, pela sua bondade, que estão sempre presentes, sustentando-me nos momentos mais difíceis. Agradeço, Senhor, por não me deixar esquecer que você me habita e é a força que dá vida a minha alma. Agradeço, Senhor, pela pessoa que sou.
Deus, perdoe-me pela pressa quando falo contigo. Perdoe-me por todos os momentos que pude agradecer, mas não agradeci. Perdoe-me por dar mais tempo a internet, do que a Você. Perdoe-me por palavras que poderia dizer para confortar alguém, e não disse. Perdoe-me por comprar as minhas coisas e não ofertar a Ti. Perdoe-me pelas músicas que ouço e que não acrescentam nada em minha fé. Perdoe-me, Senhor, por estar mais preocupado comigo mesmo do que com seu Reino. Perdoe-me pelo meu egoísmo, pela minha preguiça, pelos meus pensamentos, pela minha gula. Perdoe-me por colocar tudo em suas mãos, mas me preocupar mesmo assim. Senhor meu Deus e meu Pai; Eu te agradeço por tudo que tens feito em minha vida: pela alegria de viver, por minha família, pelos meus amigos, pelo ar que respiro, pelos dons que me deste e pelos relacionamentos que possibilitam que eu cresça a cada dia. Obrigado Meu Deus pela tua grandeza, pelo seu amor incondicional. Obrigado pelo carinho, pelo cuidado com minha família, por nunca desistir de mim, por me amparar em meus momentos tristes.
A fé em Deus nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível. Tudo é como é, e é perfeito. Se não é perfeito aos nossos olhos, é perfeito aos olhos de Deus
Pai Josimar da Capadócia
terça-feira, 22 de abril de 2014
COMUNICADO IMPORTANTE
Comunico à todos os Amigos, Babalorixás, Ialorixás, Irmãos de Lei, adeptos, clientes e simpatizantes, que no momento a Fraternidade Espiritualista Cristã Jorge da Capadócia se reserva o direito de não prestar atendimento pelo motivo dos problemas de saúde enfrentados por seu Diretor Josimar Fracassi; Mas na certeza da sua breve recuperação logo... logo, estaremos novamente á disposição dos Amigos que nos procuram: seja simplesmente por amizade ou para uma visita; Ou na busca de soluções para os seus problemas e alívio para as suas dores espirituais.
Que Jesus abençoe à todos nós !
Março de 2014.
domingo, 8 de dezembro de 2013
BOAS FESTAS E UM 2014 REPLETO DE REALIZAÇÕES
A Fraternidade Espiritualista Cristã Jorge da Capadócia deseja à todos seus Amigos, clientes, adeptos, filhos e companheiros de tão longa jornada um Feliz Natal , com muito amor, saúde e felicidade e um Ano Novo com muita paz e realizações.
F E L I Z 2 0 1 4
Pai Josimar da Capadócia
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
SALVE MIGUEL ARCANJO- SALVE XANGÔ AGANJU
Divindade do fogo e do trovão e da justiça. Rei de Oyó. Tem grande importância nos segmentos do candomblé com origem em terras Yorubá, importância esta representada pelo seu instrumento sagrado chamado Xére - que é tratado e visto com grande respeito por qualquer aborixá (adorador de orixá). XANGÔ é um Orixá temido e respeitado, é viril e violento, porém justiceiro, e muito vaidoso. Xangô era muito atrevido e violento, porém, grande justiceiro, sempre castigando os ladrões e malfeitores. Por este motivo diz-se que quem teve morte por raio, ou sua casa, ou negócio queimado pelo fogo, foi vítima da ira ou cólera de Xangô. Seu símbolo principal é a machada de dois gumes ou dupla (Oxê). Tudo que se refere a estudos, as demandas judiciais, ao direito, contratos, documentos trancados, pertencem a Xangô, Rei de Oyó, marido de Oyá, Oxum e Oba.
Deus da justiça e do trovão. Patrono da política, da diplomacia, da sedução e da articulação.
Senhor da vida, é o grande Rei entre os orixás.
Iansã, Obá e Oxum são suas esposas. Xangô controla o fogo, porém seu poder só tem efeito se praticado junto com Iansã, de quem Xangô não pode se separar.
Detalhes do Orixá:
Saudação - Caô Cabeci ou Caô Cabecile.
Dia da semana - quarta-feira.
Número - 06 e seus múltiplos.
Cor - branco e vermelho.
Guia - 06 conta vermelha, 06 conta branca.
Oferenda - Amalá (carne de peito bem cozida e desfiada com a mão, mostarda(verdura) cozida no bafo da carne, seis bananas catarinas, uma maçã bem vermelha, pirão de farinha de mandioca bem cozido, um pouco de dendê e seis folhas de mostardas para enfeitar o alguidar ou a gamela).
Adjuntós: Xangô Agandjú Ibedji com Oxum Pandá Ibedji, Xangô Agandjú com Oiá ou Oxum Pandá ou Iemanjá Bocí, Xangô Agodô com Iansã ou Oxum Olobá
Ferramentas: Balança, machado de duas lâminas, livro, pilão, gamela, búzios e moedas, brinquedos para Xangô Agandjú Ibedji
Ave: Galo Branco
Quatro pé: Carneiro branco
Sincretismo Religioso:
Xangô Agandjú Ibedji: São Cosme e São Damião
Xangô Agandjú: São Miguel Arcanjo
Xangô Agodô: São Jerônimo quando faz adjuntó com Iansã e São João Batista quando faz adjuntó com Oxum Olobá
Os Arquétipos (filhos):
Os filhos de Xangô são extremamente enérgicos, autoritários, gostam de exercer influência nas pessoas e dominar a todos, são líderes por natureza, justos honestos e equilibrados, porém quando contrariados, ficam possuídos de ira violenta e incontrolável. Os filhos de Xangô são tidos como grandes conquistadores, são fortemente atraídos pelo sexo oposto e a conquista sexual assume papel importante em sua vida.
Odùdùa, um guerreiro que vinha de uma cidade do Leste, invadiu com seu exército a capital do povo chamado Ifé. Esta cidade depois se chamou Ifé, quando Odùdùa se tornou seu governante.
Lenda:
Odùdùa tinha um filho chamado Acambi e Acambi teve sete filhos e seus filhos ou netos foram reis de cidades importantes. A primeira filha deu-lhe um neto que governou Egbá, a segunda foi mãe do Alaketo, o rei de Keto, o terceiro filho foi coroado rei da cidade de Benim, o quarto foi Orungã, que veio a ser rei de Ilê Ifé, o quinto filho foi soberano de Xabes, o sexto, rei de Popôs, e o sétimo foi Oraniã, que foi rei de Oyó. Esses príncipes eram vassalos do rei de Ilê Ifé, que então se transformou no centro de um grande império, cujo nome era Oyó. Odùdùa era o grande rei de Oyó. Ele unificou as mais importantes cidades daquela região, mais tarde conhecida como sendo a terra dos yorubás. Em cada cidade ele pôs no trono um parente seu. Ele foi o grande soberano dos reinos yorubás. Ele foi chamado o primeiro Alafim, o rei de Oyó. Quando Odùdùa morreu, os príncipes fizeram a partilha dos bens do rei entre si e Acambi ficou como regente do império até sua morte, nunca tendo sido, contudo, coroado rei do império. Nunca lhe foi atribuído o título de Alafim. Com a morte de Acambi, foi feito rei Oraniã, o mais jovem dos príncipes do império, que tinha se tornado um homem rico e poderoso. A ancestral Ilé Ifé era a capital dessa vasta região conhecida como Oyó. O Alafim Oraniã foi um grande conquistador e solidificou o poderio de Oyó. Um dia Oraniã levou seus exércitos para combater o povo que habitava uma região a leste de seu império. Era uma guerra muito difícil, mas, antes de ganhar a guerra, o oráculo o aconselhou a estacionar com os seus homens, pois ali ele haveria de muito prosperar. Assim foi feito e aquele acampamento a leste de Ilé Ifé tornou-se uma cidade poderosa. Essa próspera povoação foi chamada cidade de Oyó e veio a ser a grande capital do império fundado por Odùdùa. Com a morte de Oraniã, seu filho Ajacá foi coroado terceiro Alafim de Oyó.Ajacá, que tinha o apelido de Dadá por causa de seu cabelo encaracolado, era um homem pacato e sensível, com pouca habilidade e nenhum tino para governar. Dadá-Ajacá tinha um irmão que fora criado na terra dos nupes, um povo vizinho dos yorubás, filho de Oraniã com a princesa Iamassê, embora haja quem diga que a mãe dele foi Torossi, filha de Elempê, o rei dos nupes, também chamados tapas. Esse filho de Oraniã era Xangô, grande guerreiro, que fundara uma pequena cidade chamada Cossô, nas cercanias da capital Oyó. Xangô, que era o rei de Cossô, uma cidade tributária de Oyó, um dia destronou o irmão Ajacá-Dadá, e o exilou como rei de uma pequena cidade, onde usava uma pequena coroa de búzios, chamada coroa de Baiani. Xangô foi assim coroado o quarto Alafim de Oyó, governando o império de Odùdùa e Oraniã por sete anos. Quando Xangô morreu, e dizem que foi obrigado a se enforcar num momento de crise de seu império, seus ministros procuraram seu corpo e não encontraram. Compreenderam então que ele tinha entrado para o Orum e instituíram seu culto. Xangô havia se transformado em Orixá.
As Rezas:
Atenção: As Rezas estão escritas como são respondidas. Assim sendo, não apresentam a grafia correta da língua africana Yorubá.
ORUÔ MAIÔ ORUÔ MAIÔ ATEUÓIA AGODÔ MAIÔ ATEUÓIA AGODÔ MAIÔ
ORUÔ MAIÔ ORUÔ MAIÔ ATEUÓIA AGODÔ MAIÔ ATEUÓIA AGODÔ MAIÔ
ORUÔ OGUM NABÔ EBÔ ELEFA ORIXÁ ORUÔ OGUM NABÔ EBÔ ELEFA ORIXÁ
ORUÔ OGUM NABÔ EBÔ ELEFA ORIXÁORUÔ OGUM NABÔ EBÔ ELEFA ORIXÁ
AGANJÚ ECO ILE CORUMÃ A CORUMÃ AGANJÚ ECO ILE CORUMÃ A CORUMÃ
AGANJÚ ECO ILE CORUMÃ A CORUMÃ AGANJÚ ECO ILE CORUMÃ A CORUMÃ
AGANJÚ ECO ILE ERUM GUÉGUÉ ERUM GUÉGUÉ AGANJÚ ECO ILE ERUM GUÉGUÉ ORÚ ODÔ
AGANJÚ ECO ILE ERUM GUÉGUÉ ORI XANGÔ AGANJÚ ECO ILE ERUM GUÉGUÉ ORI XANGÔ
OGODOCI EMIREMI AGANJÚ ANISSAÓRA OGODOMAN EMIREMI XANGÔ AGANJÚ ANISSAÓRA
OGODOCI EMIREMI AGANJÚ ANISSAÓRA OGODOMAN EMIREMI XANGÔ AGANJÚ ANISSAÓRA
OGUNTAÔ
ANISSAÓRA
ALADE Ô
LAUMQUERÊ
OBOMORÉ
QUEREQUE OBOMORÉ QUEREQUE
XORORO ONIBOCO
XORORO ONIBOCO
MACUN ERÊ
ARA MACUN ERÊ ARA
CALULU CALUNUDÊ
AUÊ CALUNUDÊ
AGODÔ SALA SALA SALO
EQUEBOREUÁ AGODÔ SALA SALA SALO EQUEBOREUÁ
ONIPENI OBÁ
ABADÔ ONIPENI OIÁ BADÔ
FARANHÁLA SAFAMODÉ
OIÁ BADILE ARANHÁLA SAFAMODÉ
OIÁ BADAÔ CABELI LUDE Ô
OIÁ BADAÔ CABECI LUDÊ
AGANJÚ ECO EREPÊ
AGANJÚ ECO FARANHÁ
MODIRÊ MODIBA
CAÔ CABELECILE MODIRÊ MODIBAU
CÂO
CABECILE
MANA MANA BELOQUÊ
ALIANÇA É BILOIÁ
NAGORÔ NAGOACHAORO
AGÔ IEIE
MODIBAU
LAI LAI MODIBAU AUÊ LAI MODIBAU LAI LAI MODIBAU AUÊ
LAI LAI GUIACHAORÔ
LAI LAI GUIACHAORÔ
:::::::::::::::::::::::AXÉ DA BALANÇA::::::::::::::::::::::
BABA OENITE ÉUM ABÉ Ô Ô
ANICÉU ABA ORÔ
ELISSÔ GODÔ ACARAÔ ANICÉU ANICÉU
ELISSÔ GODÔ ACARAÔ ANICÉU ANICÉU
ABÉO Ô Ô
ANICÉU ANICÉU
BABA OENITE ÉUM ABÉ Ô Ô
ANICÉU ABA ORÔ
LOCUNDÊ Ô
ARA DECUM DECUM DECÁ
ACHACHA BABALOFINA ONI XANGÔ ACHACHA BABALOFINA ONI XANGÔ
AÊ EAÊ AÊ EAÊ
CALUNUDÊ CAÔ LUDÊ ONI CAÔ CABELECILE ÂUE É DE CAÔ CABELECILE ÂUE
CALUNUDÊ CAÔ LUDÊ ONI CAÔ CABELECILE ÂUE É DE CAÔ CABELECILE ÂUE
ALIANÇA É PARAMÁ ALIANÇA DE OGUMLÓ
ALIANÇA É PARAMÁ ALIANÇA DE OGUMLÓ
SOBOÊ SOBOÊ AMORISSÔ SOBODOIRE MOCEQUÉ AÊ AMORISSÔ
SOBOÊ SOBOÊ AMORISSÔ SOBODOIRE MOCEQUÉ AÊ AMORISSÔ
BABAICO
BABÁ
BABAICO
AMOCEQUÉ
BABAICO
BABÁ
ONI XANGÔ BAÍ OIÁ DOCÔ AGANJÚ CABELECILE ONI XANGÔ BAÍ
ONI XANGÔ BAÍ OIÁ DOCÔ AGANJÚ CABELECILE ONI XANGÔ BAÍ
BAIÁ QUE BAIAIO
BAIÁ QUE BAIAIO
ONI SOBO ELAUÊ
SOBO LAI LAI ONI SOBÔ ELAUÊ SOBÔ LAI LAI
ONI SOBÔUNDÊ
LA CAUM ALAUNDÊ AÊ AÊ LA CAUM ALAUNDÊ
BAIA NAGOMBÉ XANGÔ BAIA NAGOMBÉ BAIA NAGOMBÉ XANGÔ BAIA NAGOMBÉ Ô
BAIA NAGOMBÉ XANGÔ BAIA NAGOMBÉ BAIA NAGOMBÉ XANGÔ BAIA NAGOMBÉ Ô
QUERERE UATE UAIO
BÉLE BELEBESSISSE
Meu Saravá á todos os meus irmãos
Pai Josimar da capadócia
segunda-feira, 10 de junho de 2013
SANTO ANTONIO - BARÁ AGELÚ
Bará no batuque... Santo Antonio na Igreja .
Bará é nome do Orixá Exu, uma divindade cultuada no Batuque, religião afro-brasileira do Rio Grande do Sul.
Por várias características pertencentes aos homens, Bará se apresenta como o Orixá mais humano de todos os Deuses africanos, sendo sempre o primeiro Orixá a ser servido em qualquer obrigação, nele encontraremos um Orixá prestativo e presente, segurando todas nossas futuras necessidades, caso contrário devemos nos preparar, sem exagero, para alguma coisa desagradável.
Como dono das chaves, dos portais, encruzilhadas, caminhos e comércio, deve sempre ter suas saudações, obrigações e cortes quando necessário, feitos em primeiro lugar caso contrário caminhos trancados, mas não devemos tachar o Orixá Exu de egoísta, para a segurança de nosso ritual é só serví-lo primeiro e assim nosso ritual estará bem encaminhado. É o Orixá responsável pela boa abertura dos trabalhos, esta para nossos negócios e vidas, destrancando caminhos e abrindo portas ou trancando e fechando, dependendo de nossos merecimentos e cumprimento de tarefas.
Saudação: Alúpo ou Lalúpo
Dia da Semana: Segunda-feira
Número: 07 e seus múltiplos
Cor: Vermelho
Guia: Corrente de aço (para alguns), vermelho escuro (Elegbara), vermelha (Lanâ, Lodê, Adague e Agelú)
Oferenda: Pipoca, Milho torrado, 07 batatas inglesas assadas e azeite de dendê
Ferramentas: Corrente, chave, foice, moeda, búzios, entre outros
Ave: Galo Vermelho
Lugares na Natureza: Encruzilhadas.
No sincretismo religioso afro-brasileiro praticado aqui no sul, Bará foi sincretizado como Santo Antônio. Algumas vertentes e algumas lideranças da religião afro-brasileira do sul na atualidade refutam o sincretismo religioso, defendendo o purismo, a concepção da figura dos orixás sem atrelá-los aos santos católicos. Defendo a forma pura dos nossos Orixás, mas fomos ensinados com sincretismo e, assim, aprendemos a amar os Santos e os Orixás. Sem guerra.
Santo Antônio é sincretizado como três Barás: o Santo propiamente dito como Bará Lanan e Bará Adague e o menino no colo do Santo como Bará Agelú.
Os Arquétipos (filhos):
Os filhos de Bará possuem um caráter ambivalente, ora são pessoas inteligentes e compreensivas com os problemas dos outros, ora são bravas, intrigantes e ficam muito contrariadas. As pessoas de Bará não têm paradeiro, gostam de viagens, de andar na rua, de passear, de jogos e bebidas. Quase sempre estão envolvidas em intrigas e confusões. Guardam rancor com facilidade e não aceitam ser vencidas. Por isso para ter-se um amigo ou filho de Exú é preciso que se tenha muito jeito e compreensão ao tratar-se com ele
Oferenda para Bará Agelú:
.Bará Agelú
Milho cozido (axoxó), pipoca, 07 batatas inglesas mal cozidas e descascadas com uma colher, 07 tiras de coco fruta sem casca, 07 balas de mel.
Opcional: bombons, doces coloridos, doces de massa.
O Lugar Onde se Leva as Oferenda Onde se Despacha
No cruzeiro aberto de praia, na beira da praia em local seco.
Saudações Fraternas á todos os adeptos e admiradores das Religiões Afro-Umbandistas.
Pai Josimar da Capadócia
Bará é nome do Orixá Exu, uma divindade cultuada no Batuque, religião afro-brasileira do Rio Grande do Sul.
Por várias características pertencentes aos homens, Bará se apresenta como o Orixá mais humano de todos os Deuses africanos, sendo sempre o primeiro Orixá a ser servido em qualquer obrigação, nele encontraremos um Orixá prestativo e presente, segurando todas nossas futuras necessidades, caso contrário devemos nos preparar, sem exagero, para alguma coisa desagradável.
Como dono das chaves, dos portais, encruzilhadas, caminhos e comércio, deve sempre ter suas saudações, obrigações e cortes quando necessário, feitos em primeiro lugar caso contrário caminhos trancados, mas não devemos tachar o Orixá Exu de egoísta, para a segurança de nosso ritual é só serví-lo primeiro e assim nosso ritual estará bem encaminhado. É o Orixá responsável pela boa abertura dos trabalhos, esta para nossos negócios e vidas, destrancando caminhos e abrindo portas ou trancando e fechando, dependendo de nossos merecimentos e cumprimento de tarefas.
Saudação: Alúpo ou Lalúpo
Número: 07 e seus múltiplos
Cor: Vermelho
Guia: Corrente de aço (para alguns), vermelho escuro (Elegbara), vermelha (Lanâ, Lodê, Adague e Agelú)
Oferenda: Pipoca, Milho torrado, 07 batatas inglesas assadas e azeite de dendê
Ferramentas: Corrente, chave, foice, moeda, búzios, entre outros
Ave: Galo Vermelho
Lugares na Natureza: Encruzilhadas.
No sincretismo religioso afro-brasileiro praticado aqui no sul, Bará foi sincretizado como Santo Antônio. Algumas vertentes e algumas lideranças da religião afro-brasileira do sul na atualidade refutam o sincretismo religioso, defendendo o purismo, a concepção da figura dos orixás sem atrelá-los aos santos católicos. Defendo a forma pura dos nossos Orixás, mas fomos ensinados com sincretismo e, assim, aprendemos a amar os Santos e os Orixás. Sem guerra.
Santo Antônio é sincretizado como três Barás: o Santo propiamente dito como Bará Lanan e Bará Adague e o menino no colo do Santo como Bará Agelú.
Os Arquétipos (filhos):
Os filhos de Bará possuem um caráter ambivalente, ora são pessoas inteligentes e compreensivas com os problemas dos outros, ora são bravas, intrigantes e ficam muito contrariadas. As pessoas de Bará não têm paradeiro, gostam de viagens, de andar na rua, de passear, de jogos e bebidas. Quase sempre estão envolvidas em intrigas e confusões. Guardam rancor com facilidade e não aceitam ser vencidas. Por isso para ter-se um amigo ou filho de Exú é preciso que se tenha muito jeito e compreensão ao tratar-se com ele
Oferenda para Bará Agelú:
.Bará Agelú
Milho cozido (axoxó), pipoca, 07 batatas inglesas mal cozidas e descascadas com uma colher, 07 tiras de coco fruta sem casca, 07 balas de mel.
Opcional: bombons, doces coloridos, doces de massa.
O Lugar Onde se Leva as Oferenda Onde se Despacha
No cruzeiro aberto de praia, na beira da praia em local seco.
Saudações Fraternas á todos os adeptos e admiradores das Religiões Afro-Umbandistas.
Pai Josimar da Capadócia
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